MARIJUANA
Conhecida como maconha
É a langonha de porcos de
Insana vontade! E saciedade
De um vício imundo aos
Que vivem num túnel fundo
De ida, mas, sem volta. Dá
Revolta em tanto sem vergonha,
Que rouba para seu consumo!
Cenário lúgubre: “pacalzinho
Às mãos, foguinho aceso no
Pavio, e a fumacinha para dentro
Dos enegrecidos pulmões”!
E, o fedor inexpugnável da
Erva queimando asfixiando
Em secas tosses a invadir nosso
Espaço de respiração saudável,
No desagradável cheiro tóxico...
Sádico proceder à morte lenta...
Ou súbita investida do crime...
A “marijuana” é o vetor de horror
Ao clube do “fumacê” infernizante
Ao perambulante zumbi alado, e,
Delirante nos sonhos acordados,
Em cada tragada uma lambada à
Vida escrava de maldito vício!
Quanto desperdício ela convida!
Jose Alfredo
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