quinta-feira, 28 de abril de 2022

 

MARIJUANA

 

Conhecida como maconha

É a langonha de porcos de

Insana vontade! E saciedade

De um vício imundo aos

Que vivem num túnel fundo

De ida, mas, sem volta. Dá

Revolta em tanto sem vergonha,

Que rouba para seu consumo!

 

Cenário lúgubre: “pacalzinho

Às mãos, foguinho aceso no

Pavio, e a fumacinha para dentro

Dos enegrecidos pulmões”!

E, o fedor inexpugnável  da

Erva queimando asfixiando

Em secas tosses a invadir nosso

Espaço de respiração saudável,

No desagradável cheiro tóxico...

 

Sádico proceder à morte lenta...

Ou súbita investida do crime...

A “marijuana” é o vetor de horror

Ao clube do “fumacê” infernizante

Ao perambulante zumbi alado, e,

Delirante nos sonhos acordados,

Em cada tragada uma lambada à

Vida escrava de maldito vício!

Quanto desperdício ela convida!

 

Jose Alfredo

 

 

 

 

 

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