CAPACIDADES
POLÍTICAS
No
atual contexto social, observamos a ausência por parte da maioria dos agentes
que praticam a “política partidária e de governo, plenas e plausíveis
capacidades de como ‘estadistas” gerirem de forma satisfatória e cidadã/cívica,
essas práticas que exigem preparo e conhecimento didático/pedagógico no lidar
com as coisas públicas.
“Política é a resolução de conflitos ou um conjunto de
procedimentos formais e informais que expressam relações de poder e que se destinam
à resolução pacífica”
Como vemos, os
agentes atuais que militam nessas esferas, não apresentam a capacidade de
resolverem os conflitos normais, bem como os procedimentos formais e informais,
no trâmite dos poderes inerentes à essas atividades!
O que vemos são
indíviduos “com interesses financeiros”, uma vez que são regiamente pagos, e só
se preocupam com os seus bolsos e contas bancárias, além de orbitarem ao redor
dos poderes buscando auferir lucros e posições, que os abonem com retornos de
status!
Pouquíssimas exceções
há nesse universo, políticos embasados nos seus verdadeiros papéis, nos quais,
desempenham suas funções segundo capacidades autênticas do que é exercer e
fazer “POLÍTICA” voltada para os benefícios populares... Afinal foi para esses
fins, que foram votados e eleitos por eleitores, aos quais é destinada a
atividade nas lides políticas!
Capacidades essas,
que pedem conhecimentos das leis, das proposituras, de projetos, das moções, integração
com o povo nas diversas regiões do Brasil, identificação cívica com o Estado e
a Nação, respeito ao Presidente da República, alinhamento com os outros Poderes
do Estado, lisura no trato financeiro das verbas públicas dos Ministérios,
discrição nas suas retóricas políticas, bom e devido uso de sua imunidade
parlamentar, honestidade e probidade com os recursos financeiros, que lhe
passem às mãos, levar ao conhecimento do público as realizações do seu trabalho
(projetos, leis, repasses financeiros para as áreas, que necessitem, votações
em plenário, discursos, etc)...
Na lisura, e no
respeito às suas funções, os agentes políticos retribuem aos seus eleitores, e
ao Estado brasileiro, com seu trabalho, a verdadeira destinação a quem, para
que foram eleitos e na honra e com honestidade ocupam suas “cátedras no
Congresso”, a Casa do Povo”, e onde resolvem-se as questões das políticas
públicas.
Por fim, os
preceitos democráticos exigem também, que o povo esteja capacitado a exercer
seu poder sobre os parlamentares numa cultura política. Os eleitores devem
saber e conhecer seus deveres no dia das eleições... Votar com conhecimento dos
perfis de quem estão votando... A democracia é o vetor da atuação de um povo. É
para ele, nele e com ele, que são destinados os esforços de todo governo
(Presidente, Senadores, Deputados, Agentes judiciais, Governadores, Prefeitos,
Vereadores, Empresários, Intelectuais, e outras diversas instituições abrasadas
pelos conceitos e preceitos democráticos.
Jose Alfredo -
jornalista
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