A
pandemia e as formas híbridas
A
PANDEMIA inseriu no modus vivendi, formas “híbridas” de procedimentos. No
período pandêmico observamos e convivemos com novas formas de procedimentos
sociais ligadas às áreas de educação, produção, intelectuais, e, sobretudo m
diversos setores de trabalho. Haja vista, por exemplo, as atividades que podem
ser exercidas no modelo “presencial” e no “à distância”. Vemos diversos
indivíduos trabalhando em casa nos seus computadores (atividades on-line)...
Alunos que exercitam suas aulas, on-line... algumas áreas profissionais que
estão em atividades 0m-line...
Estes
procedimentos deu criatividade e diversificou os processos de trabalhos
híbridos, que antes do período pandêmico não era difundido! O setor da educação,
talvez seja um dos meios mais utilizados, seguidos das atividades de outros
profissionais, que trabalham em casa e on-line.
O
próprio conceito de lockdown levou às pessoas e famílias aos procedimentos
híbridos de suas atividades, que variam suas atividades, pelos celulares, e, telefones
quando solicitam entregas e outras benesses a domicílio, coisas que não eram
feitas antes da pandemia!
As
Paróquias religiosas também não ficam de fora. Diversos Padres celebram as
Missas pelos celulares evitando aglomerações dos fieis.
Eu
mesmo posso testemunhar a minha produção literária, pela Internet e, sem sair
de casa. Tenho produzido livros, que depois me conecto com as editoras e recebo
os exemplares pelos Correios em minha casa.
Os
comportamentos híbridos permitiram aos usuários, mais uma forma de atividade
remunerada ou não, com as facilidades da Internet e dos celulares.
O ensino
híbrido tem sido apontado como o meio para minimizar os
efeitos negativos que as aulas não presenciais causaram na educação durante a
pandemia de coronavírus. O conceito, que já faz parte da rotina de escolas em
todo o país, utiliza a tecnologia para aumentar a eficiência de práticas
pedagógicas e engajar o aluno no aprendizado. Para colocar o ensino híbrido em prática, é necessário conhecer as atividades e
elaborar estratégias para adequá-las à realidade de cada escola.
Essa forma de trabalho não é novidade e cada vez mais as tendências
sobre o futuro do trabalho apontam que as empresas estão inclinadas a adotar o trabalho híbrido como padrão.
Como alguns ainda encontram desafios
substanciais em termos de saúde e bem-estar, muito por conta da influência da
pandemia na saúde mental no home office, o trabalho híbrido se mostra como uma solução
para problemas relacionados à exaustão, como aponta uma pesquisa recente do Runrun.it, em que 43% das 1.500 pessoas ouvidas têm
dificuldades de se desconectar no fim do expediente. Esse tipo de
comportamento é nocivo e pode acabar apagando as fronteiras entre lazer e
trabalho.
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