segunda-feira, 5 de abril de 2021

 

Uma no cravo outra na ferradura!

 

Coices de todo os lados são a nós endereçados

Vêm das antas bípedes, sem parcimônia nem

Resquícios de raciocínios! São vaticínios de

Falsas promessas, que correm às pressas, do

Desvario de altas cúpulas esdrúxulas!

 

Querem convencer com chutes nos cravos,

E, nas ferraduras, como burros doidos!

Afoitos animais desgarrados das coleiras...

E, suas ideologias de tantas asneiras!

 

Guela abaixo empurram conceitos com defeitos...

Sujeitos esquerdopatas, embora com duas patas,

Vociferam como psicopatas discursivos...

Uma no cravo, e, outra na ferradura, impulsivos!

 

Nó sem ponta... Sem pés nem cabeças... Apenas

Zeros à “esquerda”!... Ondas sem antenas!

 

Ao léu são teimosos e presunçosos!

Querem seu troféu de burrices...

 

De tanta idiotice nadam e morrem na praia

Todos juntos numa só laia!

 

Jose Alfredo

 

 

 

 

 

 

 

 

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