DUZENTOS ANOS DE UM GRITO
Faz eco até os dias de hoje um grito
Sufocado pela opressão e jugo de um
País multifacetado com múltiplas
Culturas! Lembranças idas de priscas
Eras de um Império português...
De Terra da Santa Cruz ao Brasil
Das caravelas de Vasco da Gama,
Às verdejantes florestas e céu cor de anil
Com exuberante natureza e de
Flora e fauna de Muitas riquezas
A Terra Brasilis celebra duzentos anos
De independência preterida pela morte
No Grito que o Imperador ensejou a vida!
E a “Ordem e Progresso” tremula na
Flâmula pátria que aos seus filhos convida!
Independência soberana de luta insana...
Marca nesses duzentos anos, revoluções,
Movimentos, ideologias, Repúblicas...
Processos de sua afirmação e emoções
De tantos embates a liberdade é súplica!
O grito de Pedro às margens do riacho
Fez longos ecos e ressoa hoje na busca
Da paz e do progresso que ordena o
Caminho da amada e idolatrada pátria!
Um tempo curto para este recanto do
Novo mundo, buscando luz
no túnel fundo
Nestes tempos pandêmicos a travar
Soluções e nossa liberdade limitar!
Duzentos anos da construção
Que refletem a cidadania conquistada
De uma jovem e predestinada nação
País continente, de clima privilegiado...
De imponente floresta e caudalosos rios
Solo rico em minerais e pedras preciosas...
Mas, de misteriosas forças antagônicas
De filhos lesa pátria que mancham sua
Honra e cidadania com políticas crônicas!
Celebração, por fim, do “Grito”, que
Até hoje ecoa das gargantas de verdadeiros
Brasileiros com empatia à cidadania!
Gritamos todos pelo dístico “ORDEM E PROGRESSO”
A tremular na Bandeira impoluta na ideologia e com
Idiossincrasia pela cidadania que está de regresso!
À pátria toda a reverência
Ela é por excelência
A nossa essência!
Jose Alfredo Evangelista - jornalista
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