UM ESTADO REMOTO
Uma Instituição que
representa o Estado ausente nas mais remotas regiões brasileiras é o Exército
Brasileiro. A única presença na garantia de soberania territorial brasileiro na
gigantesca Amazônia, já que, os efeitos desse Estado ausente não se faz
presente.
Apoio aéreo, fluvial,
com instalações de Pelotões de fronteiras, transporte e abastecimento de
gêneros, combustíveis e medicamentos, professores militares provendo educação
nas escolas, patrulhamentos de rios, e florestas, Comunicações com os centros
distantes, e outras tantas providências, consolidam a inestimável presença do
nosso Exército na ausência do verdadeiro Estado, que deveria estar se ocupando
desses deveres, mas, que está cabendo ao denodo, dedicação, responsabilidade,
devoção, respeito à pátria e devoção nas suas missões da mais confiável das
Instituições democráticas deste país.
Enquanto as “redomas
políticas” protegidas por um bunker legislativo e judiciário hostilizam o Presidente
com vocábulos irresponsáveis como “genocida, assassino, homofóbico, facista,
entre outros”, os homens de farda, como verdadeiros brasileiros, tratam o povo
com seus serviços silentes e sem a necessidade de holofotes. Cumprem missões,
que esse “Estado de Coma” não tem capacidade de geri-las...
Os fardados têm ainda a
competência de restaurar obras públicas com sua Engenharia, como estradas,
pontes, aeroportos, que de há muito tempo estavam abandonadas. Perfurações de
poços artesianos levando água ao árido e semiárido. E todas essas obras a preço
de banana sem onerarem os cofres da União!
E de sobra participam
da vacinação dessa malfadada pandemia, da ajuda e socorro durante os grandes
momentos de desastres naturais como as enchentes, incêndios, tempestades,
campanhas de agasalhos e alimentos...
Portanto os brasileiros
fardados (Exército, Marinha e Força Aérea) além das Polícias Militares, devem
gozar de todo o apreço, respeito, e, consideração, uma vez que, são devotos
operários de trabalhos indispensáveis à população, respondendo inclusive pelas “ausências”
de um Estado totalmente ausente e inócuo nessas missões.
Há que se aplaudir as
ações de outro “ESTADO REMOTO”, que vai levar às distâncias deste país continental,
seus serviços de apoio às populações carentes e pobres nas suas mais
elementares condições de dignidade de brasileiros.
Jose Alfredo -
jornalista
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