segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

 

REPENTES DE LUZES

 

Minha consciência se assemelha

A um bando de vagalumes no

Garimpo das inspirações com suas

Antenas a piscarem intermitentes.

Escura noite no açoite dos ventos!

 

Carrego as baterias ao primeiro

Sinal da inspiração. Começo o

Festival dos vagalumes na sinfonia

Do pisca pisca, e sem queixumes

Enfrento o desafio com calafrio!

 

Num repente de luzes piscam

As inesperadas inspirações...

Vão e vêm numa dança frenética

Dialéticas estrofes nas soluções!

 

Minha mente, comumente tenta

Absorver os ditames literatos!

Versos diversos costuram as ideias

Nas soluções, arestas e aparatos!

 

A revoada de vagalumes se dispersa...

Luzes que se apagam... O poema

Veio à luz... À poesia reluz…

A  literatura, à poesia conduz!

 

Jose Alfredo

 

 

 

 

 

 

 

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