REPENTES DE LUZES
Minha consciência se assemelha
A um bando de vagalumes no
Garimpo das inspirações com suas
Antenas a piscarem intermitentes.
Escura noite no açoite dos ventos!
Carrego as baterias ao primeiro
Sinal da inspiração. Começo o
Festival dos vagalumes na sinfonia
Do pisca pisca, e sem queixumes
Enfrento o desafio com calafrio!
Num repente de luzes piscam
As inesperadas inspirações...
Vão e vêm numa dança frenética
Dialéticas estrofes nas soluções!
Minha mente, comumente tenta
Absorver os ditames literatos!
Versos diversos costuram as ideias
Nas soluções, arestas e aparatos!
A revoada de vagalumes se dispersa...
Luzes que se apagam... O poema
Veio à luz... À poesia reluz…
A literatura, à poesia conduz!
Jose Alfredo
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