sábado, 5 de fevereiro de 2022

 

MALUCO POEMA

 

O poeta pirou! Sua inspiração congelou...

Pediu uma poesia e veio um palavrão!

O poema maluco agrediu e se insurgiu...

Puta que te pariu! Donde você surgiu?

 

Seu esquema foi o dilema de um teorema!

Sua poesia veio como um lixo mal educado

E na igualdade nivelou-se com essa maluquice

E sua inspiração permaneceu na mesmice!

 

Mas, que merda é essa?  Esse poema maluco?

Que mais parece um confronto de truco?

 

Na piração foi-se a inspiração do poeta!

Suas letras borraram-se no ourinol do

UOL!... Sem lua nem sol, o poeta fez

Cocô sobre sua prancheta exegeta!

 

Palavrões brotaram como diarreias

Fedorentas e cachoeirentas de suas penas,

Que, com tanta pena, deu porradas

Quebrou o teclado e recolheu antenas!

 

De saco cheio o poeta foi para a casa do “ramalho”...

E como um espantalho, socou o piralho conhecido

Como seu aborrescente e deu-lhe um cascudo

Por conta deste poema  maluco e travestido!

 

Se você, que lê esta porcaria ficou ofendido,

Vá para a estrebaria lavar porcos e não purrinha

O saco deste poeta, puto para “ramalho”...

Vá ver se estou ou não no boteco do zaralho!

 

Maluco beleza é como ficou esta coisa letrada!

Uma cacetada na moleira da literata caganeira!

Uma pasmaceira para irritar a poesia mal tratada!

 

Debaixo de uma bananeira um poeta rabisca

Um montão de besteira!... Saco de asneira!...

Mas, te digo uma coisa nobre artista:

N uma lista de zero a dez, que nota você

Daria para esta merda de letras descombinadas

Num poema maluco e à esta poesia destrambelhada?

 

Alfredo Jose...

 

 

 

 

 

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