“TSE” É A BOLA DA VEZ...
Após um período, que ainda retrata desencontros por parte do STF,
agora a bola da vez é o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com arroubos de
ditadura da informação e sintomas do “não me toques”, com relação aos
questionamentos das Forças Armadas para explicações sobre questões técnicas do mecanismo
eletrônico, que vai ser empregado nas eleições.
Como se sabe, os militares do Exército Brasileiro possuem um
Batalhão de técnicas em cibernética - ( Guerra eletrônica) com condições de avaliar
a segurança das urnas durante o pleito.
Mas, ao que vemos, é a empáfia dos Ministros do TSE, com sintomas de
orgulho e preconceito aos questionamentos dos militares, que, os estão exigindo
explicações sobre quesitos de alta tecnologia eletrônica em cibernética, o que
demonstra a grande distância da corte eleitoral, na autenticação e plenitude da
confiança, que pode ser demonstrada no processo das urnas para as próximas
eleições.
O Presidente Bolsonaro afirmou, que as eleições vão ocorrer em paz e
confiabilidade! E, os militares, convidados nesse processo pelo próprio
Presidente, já estão se envolvendo tecnicamente, e, plotaram algum ponto ou
pontos de “vulnerabilidade” por parte das urnas, que serão utilizadas!
Foi então elaborado um questionamento exigindo respostas do TSE, o
que causou clima hostil nas repostas dos Ministros dessa corte! Ora, uma coisa
é a dimensão política sobre o tema, mas, convenhamos, que, a outra coisa, e,
totalmente cabível no momento de incertezas, são os militares oferecerem seus
préstimos nos conhecimentos técnicos sobre o esquema cibernético, que envolve
as atividades, que antecede, as durante, e as que sucedem ao pleito eleitoral,
para o qual foram convidados pelo Presidente!
A lógica é a que deixa bem claro, quanto aos militares nesse processo: A “segurança de sua presença nos
recintos de apuração, fiscalização das urnas e de certo controle e conduta pautada
pela honestidade e responsabilidade cívica”, coisa que eles bem o sabem e são
capacitados a fazer!
Muito desencontrada e rançosa foi a reação da corte Suprema
eleitoral demonstrando, assim como tem procedido a seu co-irmão, o STF, todo o ranço e empáfia, por ter sido
questionado e solicitado explicações técnicas das Forças Armadas naquilo que,
por dever de justiça, os militares têm que fazer: “Levantar prós e contras
quanto a confiabilidade e as possibilidades de vulnerabilidades do sistema,
para análises de competência do órgão, que
como se sabe é especializado na área da cibernética”!
Parece-nos, com as repetidas atitudes do STF, que, o STE também
resolveu tratar com distanciamento do “não me toques” e a “empáfia da sua
ditadura”, com a intuição de esconder num bunker sua desconfiável capacidade
para gerir o processo, que, diga-se de passagem, ainda não apresentou
confiabilidade total e plena para a realização satisfatória de eleições limpas,
transparentes, honestas e isentas de qualquer tipo de falcatruas!
Jose Alfredo - jornalista
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