domingo, 13 de fevereiro de 2022

 

CRÔNICAS, POEMAS, COLÓQUIOS, JORNALISMO...

 

Em essência são as trilhas de um escritor e poeta...

Suas lépidas penas rabiscam ensaios literatos...

E, desiderato, o “jornalista” desafia suas concepções!

 

Cronicando brinca com os fatos da vida real...

Poemando divaga sobre ondas poéticas...

Nos colóquios põe a conversa em dia com empatia!

 

E, no jornalismo analisa e veicula informações!

Uma miscelânea mergulha nas opiniões alheias!

Ele busca desvencilhar das aguda candeias, que

 

Oprimem o saber público com réles fake News!

A onda da moda, que atrasa a soberania da

Inteligência e do raciocínio dos cidadãos!

 

Por diversas frentes literárias fala o poeta...

Ele expressa-se pelas letras, que se exprimem

Em estrofes, versos,e textos diversos como exegeta!

 

Com as bocas de suas penas, o escritor/poeta

Emiti suas ideias, conceitos, pensamentos...

Na abordagem dos mistérios da vida humana!

 

Insana é a sua sina de escrever e falar sob as

Expensas da literatura como vias de transmissão

Do saber e do pensar segundo suas intenções!

 

Sou um jornalista antes de poeta! Um poeta antes

De um escritor... Um escritor, que, tem como vetor

Desafiar as letras e as linhas de um texto com amor!

 

Sou um desertor das amarras do pensar... Sou liberto

Do deserto como opressor do pensamento, da luz, que,

Dissipa as trevas com a volúpia do poetar e do escriturar!

 

Aprecio o colóquio como momento em conversas, onde,

Fluem os amistosos bate papos e sem compromisso,

Na abordagem democrática de entender a vida!

 

Prolixo seria a conveniência com a baixeza das opiniões...

Marcadas pelos preconceitos das afirmações!...

Por certo, haveria divisões ásperas e odiosas de corações!

 

No jornalismo, o poeta dá o seu tom politizado...

Desnuda dentro do poema os mistérios políticos,

Que infestam as castas dos parlamentares!

 

Enfim, é nos poemas, que, o escritor/poeta/jornalista

Alcança seu ápice, e consolida sua performance literata

E mantém o substrato de sua essência auto ditada!

 

No colóquio, o poeta é amistoso com seus textos...

Na crônica ele se apresenta crítico com a realidade...

Nos poemas, o poeta tem seus dilemas...

E, no jornalismo, ele analisa e emite conceitos!

 

Seus caminhos são sempre atalhos aventurosos

A desafiarem volumosos preconceitos escondidos

Das verdades, que, sempre se mostram enrustidos!

 

O poeta concebe... O jornalista percebe... No poema

Ele vivencia os mistérios a resolver como teoremas...

Com o diálogo ele costura pontos de vista!

 

Jose Alfredo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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