SE
SOUBESSE!...
Se
soubesse o quanto no mar da vida balanço
Singrava
meu barco nas ondas calmas e mansas
E nos
remansos do tempo buscava portos seguros
Aportava
na felicidade... Ancorava no mar da tranquilidade
Se
soubesse o quanto ando a beira de abismos
Buscava
orientação segura na bússola da sabedoria
E por
atalhos em abrigos seguros caminharia
Ao
encontro da paz e do amor sem temor!
Se
soubesse que há luz no fim do túnel
Não
parava no meio do caminho... Desanimado...
Dobrava
as forças... Seguia em frente obstinado
No fim
do túnel chegava e a luz conquistava!
Se
soubesse que tempestades afundam meu barco
Atracava
com âncora funda...
Ao
sabor dos turbilhões, não afunda...
Logo
vem a bonança e a esperança!
Se
soubesse o que acontece nas encruzilhadas
Não
arriscava no erro da direção;
Buscava
o certo da decisão...
Não iria
na contra mão!
Jose
Alfredo
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