PRECONCEITOS
ESTADUNIDENSE
A
história mostra durante o final do Século XIX, uma profunda penetração e crescimento
das Igrejas Pentecostais Protestantes nos Estados Unidos. “Assembleia de Deus,
Adventista do Sétimo Dia, Evangelho Quadrangular, Presbiteriana, Congregação
Cristã do Brasil”, Batistas”, Metodistas, e Anglicanos”.
Foi na
segunda metade do Século XIX que o fenômeno aflorou. O Batismo no Espírito
Santo foi a mola propulsora do evento ocorrido em Jerusalém durante o período
de Jesus “O PENTECOSTES”, após a sua ressurreição.
Essas
Igrejas Protestantes emergentes chegaram ao Brasil e por aqui proliferaram até
os dias de hoje, com a criação de outras de menor expressão cristã e de
fidelidade!
Pastores
e incentivadores da nova frente emergente do Protestantismo, contaram e fizeram
uso de recursos financeiros para a sustentação das novas Igrejas. E essa
prática contaminou a muitos, a ponto de se imiscuírem nos assuntos da política
americana e depois brasileira.
Hoje,
após o enraizamento da cultura protestante americana, os Estados Unidos assumiram
certos ares de “preconceitos” contra as nações majoritariamente “católicas pelo
mundo”, incluindo o Brasil que é a principal delas!
A nação
americana incrementou a prática protestante ao dinheiro e às riquezas, que a
mentalidade protestante criou, e gerou na sociedade americana a ponto de modelarem
suas convicções democráticas e cristãs, segundo os preceitos e preconceitos
protestantes, e aqui no Brasil, nas Igrejas Evangélicas, as quais mantém certos
preconceitos anticatólicos, que, recrudescem as tentativas da Igreja Católica
no seu ecumenismo, e nas relações cristãs com a parcela de evangélicos, que
veladamente hostilizam alguns dogmas católicos como o culto à Nossa Senhora,
(Virgem Maria) a adoração das imagens (Idolatria?), a Sagrada Eucaristia como o
Corpo e o Sangue de Jesus Sacramentado, o Sacramento do Batismo, a
infalibilidade do Papa, Pedro como o primeiro Papa e pedra angular da Igreja
humana, a Bíblia utilizada pela Igreja Católica, (Que a compilou e escreveu),
as procissões, o Sacramento da Confissão, e os pilares de sustentação da Igreja:
As Sagradas Escrituras, (compiladas e reunidas pela própria Igreja Católica e
utilizada pelos Evangélicos), O Santo Magistério (autoridade para ensinar e
interpretar a Bíblia e as Santas Tradições).
Uma das
razões e motivos da “empáfia americana” com relação aos demais países católicos
e de terceiro mundo foi e é o estilo histórico e estilo que lá naquele país
fora aceito, ordenado e abraçado após o Movimento da Reforma Protestante Alemã.
Hoje, a
cultura americana está moldada, inclusive “politicamente e economicamente”, ao
que herdou do Movimento Pentecostalista e Protestante, a partir no final do
Século XIX procedente da Europa. A Igreja protestante, hoje aqui no Brasil,
fecha-se em pequenas castas, inclusive entre elas mesmas, num velado “preconceito
religioso na sua liturgia, intepretação bíblica, e conduta dos seus fiéis e
pastores, principalmente contra os católicos”!
E esse “preconceito”
deve-se às influências, que os Estados Unidos vêm gerando pelo mundo religioso,
econômico e social.
O
recrudescimento do fluxo imigratório após os anos de 1890 se tornou um fator a
mais, para que os protestantes crescessem em número, principalmente aqueles de
fé luterana, já que Martino Lutero o fundador e criador do Protestantismo o
havia celebrado no ano de 1517 e o produto da Reforma se espalhava pelo mundo.
Diversos
pastores e fiéis à nova Igreja Protestante que nascia, vieram dos Estados
Unidos para o Brasil se efetivando por aqui com suas pregações e fundando suas
Igrejas.
Com isso,
observamos a ausência de uma “UNIDADE CRISTÔ das Igrejas Protestantes evangélicas,
que, se agrupam ao redor de grande parcela de “pastores” e que se autorizam ao
ensino e na interpretação das Sagradas Escrituras, tendo cada qual, o seu
próprio ministério e magistério, como é o caso da Igreja Católica, cuja “liturgia”
mantem-se todos os dias no mundo todo, durante as celebrações da Eucaristia (Missas)!
Jose
Alfredo – jornalista católico
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