quarta-feira, 4 de maio de 2022

 

 

O ESTADO: Um gigantismo

 

De há muito tempo o Brasil vive sob a sombra de um gigante conhecido como Estado. É um gigantismo insano e profano dos interesses sociais e dos cidadãos. Um verdadeiro Estado de coma, como se diz no jargão. Do seu staf partem todas as medidas nocivas que entravam o progresso, empobrecem a população, desgasta a economia, trava as possibilidades de enxugamento da máquina administrativa, e muito mais!

O Estado se avoluma com pesadas cargas tributárias, taxas disto e daquilo, juros e lucros escorchantes, verdadeiras fábricas de dinheiro, como o que se cobra pelas “habilitações de motoristas, IPTU, IPVA, Pedágios exorbitantes, serviços públicos de péssima  qualidade como os Correios, processos jurídicos de extrema morosidade, liberação de documentos, multas, e outras tantas ingerências burocráticas na vida da sociedade.

Portanto um Estado inchado, ineficiente, e, incompetente que satura a vida nacional dos cidadãos, complicando quando deveria “facilitar” o andamento principalmente “burocrático” dessas questões.

Para se abrir uma empresa de porte médio para pequena (principalmente) é muito caro e demanda excessivo tempo aos interessados...  As eleições estão às portas, e muitos “idosos” estão com seus títulos suspensos ou cancelados... Os menores de dezesseis anos estão sendo cooptados a tirarem seus títulos e podem votar nas próximas eleições...

E esse Estado com sintomas de “gigantismo” conta com o suporte de uma “nata” de políticos que autenticam o que estamos dizendo; As medidas sempre nascem com interesses escusos das casas do Congresso: “O Senado, o Legislativo e o Judiciário”, além dos Governadores dos Estados” e, Prefeituras Municipais.

Essas travas se fazem sentir em diversas áreas da vida da nação:  Na educação, saúde, segurança, Economia, alimentação, comercio, relações politicas, escolas, famílias, Igreja, etc... e, no cômputo geral, fica uma maçaroca confusa e sem soluções. Quem paga por esse atraso é o cidadão, que vota e banca com o pagamento, que esse Estado gigantesco lhe cobra.

Nesse contexto, o Estado Brasileiro com suas leis devassadas, e uma administração pública inoperante e burocrática, atrelada pelas cobranças de taxas e juros, que é uma das mais altas do mundo, atrapalha e impede o “progresso” e o desenvolvimento, pincipalmente o econômico.

 

Jose Alfredo Evangelista - jornalista

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