O ESTADO: Um gigantismo
De há muito tempo o Brasil vive sob a sombra de um gigante conhecido
como Estado. É um gigantismo insano e profano dos interesses sociais e dos
cidadãos. Um verdadeiro Estado de coma, como se diz no jargão. Do seu staf partem
todas as medidas nocivas que entravam o progresso, empobrecem a população,
desgasta a economia, trava as possibilidades de enxugamento da máquina
administrativa, e muito mais!
O Estado se avoluma com pesadas cargas tributárias, taxas disto e
daquilo, juros e lucros escorchantes, verdadeiras fábricas de dinheiro, como o
que se cobra pelas “habilitações de motoristas, IPTU, IPVA, Pedágios
exorbitantes, serviços públicos de péssima qualidade como os Correios, processos jurídicos
de extrema morosidade, liberação de documentos, multas, e outras tantas
ingerências burocráticas na vida da sociedade.
Portanto um Estado inchado, ineficiente, e, incompetente que satura
a vida nacional dos cidadãos, complicando quando deveria “facilitar” o
andamento principalmente “burocrático” dessas questões.
Para se abrir uma empresa de porte médio para pequena (principalmente)
é muito caro e demanda excessivo tempo aos interessados... As eleições estão às portas, e muitos “idosos”
estão com seus títulos suspensos ou cancelados... Os menores de dezesseis anos
estão sendo cooptados a tirarem seus títulos e podem votar nas próximas
eleições...
E esse Estado com sintomas de “gigantismo” conta com o suporte de
uma “nata” de políticos que autenticam o que estamos dizendo; As medidas sempre
nascem com interesses escusos das casas do Congresso: “O Senado, o Legislativo
e o Judiciário”, além dos Governadores dos Estados” e, Prefeituras Municipais.
Essas travas se fazem sentir em diversas áreas da vida da nação: Na educação, saúde, segurança, Economia, alimentação,
comercio, relações politicas, escolas, famílias, Igreja, etc... e, no cômputo
geral, fica uma maçaroca confusa e sem soluções. Quem paga por esse atraso é o
cidadão, que vota e banca com o pagamento, que esse Estado gigantesco lhe
cobra.
Nesse contexto, o Estado Brasileiro com suas leis devassadas, e uma
administração pública inoperante e burocrática, atrelada pelas cobranças de
taxas e juros, que é uma das mais altas do mundo, atrapalha e impede o “progresso”
e o desenvolvimento, pincipalmente o econômico.
Jose Alfredo Evangelista - jornalista
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