DATA FOLHA
Num fim de inverno caem as
folhas ao sopro dos ventos
Nos momentos de acintes à
democracia, que floresce à luz
De um sol que nasce e se
põe todos os dias nas empatias
Com a opinião de um povo
racional que sabe eleger e
Conhecer o seu candidato.
Folha sem a seiva democrática
Cai ao chão das calçadas
por onde passa a cidadania e
Desaparecem com as brisas
eleitorais varridas em data
Certa e inexorável! “Data
folha” com a data marcada
A se desprender do galho de
frondosa árvore e com os
Acenos de data vênia com
cumprimentos e louvores à
Vitória bolsonarista nas
cores “verde e amarela, azul e
Branca” desfraldadas na
flâmula impoluta e resoluta!
Há uma data consagrada para
a queda da folha!...
E ela sabe que vai cair ao
chão do descrédito e sem a
Autenticidade racional nas
pesquisas como o foi nas
Últimas eleições que
elegeram o Presidente Bolsonaro!
Há uma data marcada para
caírem as folhas ao sabor
Da brisa eleitoral. Queda
sem moral, nem base eleitoral!
Jose Alfredo
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