PARA FACHIN ELEIÇÃO
É TEMA DE FORÇAS DESARMADAS.
O Presidente
do Supremo Tribunal Eleitoral, num arroubo de empáfia, contra as Forças
Armadas, hostilizou uma das Instituições mais consideradas e creditadas da
República, quando usou a maledicente metáfora de “forças desarmadas”, como se
aquela Instituição Militar fosse uma peteca jogada de mão em mão por conta do
proselitismo equerdopata, e do estilo “não me toques” arrogando-se no direito
de hostiliza-la!
Disse ainda,
o Ministro Fachin, que, eleição é tema de civis, e esquece-se, que, os
militares também possuem título de eleitor, e exercem o seu direito de votar!
Além do que, as Forças Armadas têm por princípio constitucional a manutenção da
lei e da ordem, sobretudo durante o período eleitoral. A presença das Forças Armadas
nas eleições é uma garantia democrática, e garantia de que, o processo corra
dentro da normalidade e da paz!
Mas o
conhecido “ranço ideológico” ainda grassa nas condutas dos esquerdistas como
Fachin! Seu proselitismo, que hostiliza o Presidente Bolsonaro e as Forças Armadas
estão arraigados desde os tempos da militância petista dos idos de 64 a 86,
quando o governo militar deixou e passou o poder aos civis!
Fachin ainda
alimenta seu ódio e revanchismo contra a Revolução democrática de 64, por conta
da fragorosa derrota, que as esquerdas sofreram, e mais atualmente repetiram
com a eleição de Bolsonaro. “Eles” ainda não engoliram, porque está atravessada
na sua garganta, o desmonte de todo o esquema de roubalheiras, corrupção e
intrigas político/administrativas, as quais o Presidente está desmontando.
“Forças
desarmadas” a que se refere o Ministro, nada mais significa, que, o povo,
alinhado com as Forças Armadas, porque confia nelas, e não vê razões de
confiança no STF nem no STE! O proselitismo de Fachin é uma “voz que clama no
deserto”, e, sem ressonância democrática junto à opinião pública que, repito,
confia no governo Bolsonaro, e nas Forças Armadas.
Jose Alfredo -
jornalista
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