quarta-feira, 21 de setembro de 2022

 

PÊNDULO

 

Na balança da vida, e, penso, vivo.

Para um lado... E, para o outro,

Conforme o peso de minhas ações!

Oscilo nos limites do meu peso, que,

Procuro sempre aferir e conferir!

 

Nessa gangorra, e como um pêndulo,

Penso permaneço... Pendo aos lados,

A balança apenas acusa os movimentos...

Momentos ajustados pela justiça, que.

Na balança da vida é será sempre atraída!

 

Às vezes, e no alto estou em paz e alegre!

Em outras, como pêndulo abaixo, no fundo

De um poço, e com acorda pelo pescoço!

 

Essa é a balança de nossa rotina...

Descortina o que somos e mensurados

Pela aferição, que pendula, e oscila perante

As ações, pelo pêndulo pesados, e, avaliados!

 

No dia a dia somos quais “pêndulos”

Oscilantes pelas nossas condutas...

Labutas dos desafios aos nossos brios!

 

Jose Alfredo

 

 

 

 

 

 

 

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