AS PROPAROXÍTONAS, E A VIDA
Trágicos momentos e sádicos instantes
Permeiam a vida nestes versos satânicos!
Átomos ínfimos em cada existência sôfrega!
Arquétipos de uma realidade material,
Modelos ou exemplares translúcidos à
Consciência, que, em essência é lúdica, e
Coisa de criança!... Inocente e atávico é o
Pecado inóspito da vida fanática!
Trágica caminhada pela busca frenética
Da dialética, e, de vítimas inocentes!
Mentes inteligentes e incólumes,
Defendem-se dos crápulas
céticos...
No trânsito desta vida insípida correm
Contra o tempo os fanáticos humanos...
Insanos, buscam antígenos, e são imunes
Médicos de si mesmos! Draconianos!
Lâmpadas, que jamais ascendem na escuridão...
São trevas reptícias que, se arrastam, como,
Víboras venéficas na surpresa típica!
“Proparoxítonas” esdrúxulas com a vida...
Convidam às hipócritas semânticas do que,
Pensam na formulação de seus conceitos!
Preceitos plenos de defeitos e doces confeitos!
Oh! Vida excêntrica! Egocêntrica... Ególatra!...
Jose Alfredo
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