terça-feira, 13 de setembro de 2022

 

A RÉGUA E A BORRACHA

 

Sempre com a verdade e passar a régua

Sem trégua, nem que ela esteja à léguas

A distância tem eu ser vencida e esquecida!

 

Contra todo o mal passo a régua

Apago o rabisco sujo na folha limpa e deleto

O que não presta, e aproveito o que resta

 

Do bem e da justiça...  Essa é minha premissa!

Não guardo sujeiras maléficas e faço a faxina

E para o lixo mando. É essa a minha sina.

 

Com a régua e a borracha ou vai ou racha!

Odeio a sujeira do mal e minhas armas são

Sempre passar a égua e a borracha apagando

 

O desmando da imoralidade que emporcalha

A calha que é para correr somente a água!

No caderno da vida o remédio é a régua e a

 

Borracha!... Quem acha que está certo cumpra

Estes preceitos de higiene moral e seja para a

Justiça e cidadania, sempre o maiorial!

 

E, a régua pode ainda servir de medição dos

Níveis de imoralidades sociais praticados

Pelos sugismundos da política e vida social...

A borracha, para sentar no lombo dos corruptos!

 

Dois santos remédios no trato a quem não presta!

Apagar e deletá-los, e não aceitá-los como normais

Pois a retidão necessita dos quem a apresta!

 

Jose Alfredo

 

 

 

 

 

 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário