sábado, 3 de setembro de 2022

 

 

Minha plantação e colheita!

 

Como um agricultor que trabalha a terra...

Desterra do seu coração um poema dilema

De sua vida, e cenário de precário canteiro

Na luta do seu plantio, no desvario e à

Espreita de sua pródiga colheita pioneiro

Na produção literária arando com o seu brio!

 

Na fertilidade de seus talentos o poeta trabalha

O seu solo... Rega com as águas de sua inspiração

À derradeira plantação... A colheita agasalha!

 

Na “agropoesia” o poeta cultiva sua literatura

Sempre na lisura e sobre a conjuntura da vida!

Convida à reflexão encerrada nos seus mistérios...

 

Planta felicidade e colhe tempestades... O bem,

E, colhe o mal... A paz e colhe a guerra! Há os

Contrapontos vivenciais que se opõem ao poeta!

 

Sua reta jamais se cruza nesses conceitos... É na

Literatura, que o poeta avança para além dos

Limites da compreensão e da razão! É sua plantação!

 

Jose Alfredo

 

 

 

 

 

 

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