sexta-feira, 9 de setembro de 2022

 

 

O FUTURO VAI NOS ENGOLIR!

 

“O futuro está se avizinhando como um inimigo e um bicho papão, se o mundo, e os povos não resolverem suas questões de urgência, que, se arrastam desde o passado, e que, ainda hoje não foram solucionados”!

A geração dos anos 70 tentou de tudo para ser feliz: “Mudar comportamentos, confrontar o regime militar, derrubar preconceitos, sonhar com um mundo rural”! Isso não passou de divagações, pois, hoje temos outros problemas,  que clamam pelas suas soluções, como: “climatologia" (o clima está mudando)... Enchentes, tempestades, furacões, neve e baixas temperaturas, o mar está subindo e engolindo cidades...); “Mobilidade urbana”... (O passado revestiu o mito automóvel de muita importância, e, hoje ele rouba liberdades dos espaços públicos, e polui o meio ambiente). “Preservação do meio ambiente”... (o lixo urbano está uma vergonha, e seu acúmulo, sem um planejamento de coletas dos resíduos está provocando doenças). “Transporte público”... (de baixa qualidade e mal organizado, não atende as necessidades da grande parcela da população).

O que, se vê é que, as cidades não estão preparadas no enfrentamento dessas questões de máxima urgência. Repito, o FUTURO vai nos engolir, se, não resolvermos essas demandas, que iriam ajustar o êxito, e a paz da coletividade, quando passam por essas crises!

“Não adianta olhar para o passado, e, se preparar para a pior chuva já ocorrida”! “Não adianta ensinar as crianças nas escolas sobre o seu procedimento no trânsito entre os automóveis, se, não disciplinarmos e retirarmos parte do já congestionado fluxo de automóveis nas vias urbanas”! “Não adianta campanhas sobre a coleta correta do lixo, se não houver um planejamento que defina “para onde vai ser despejado e o seu depósito”?

Outra ameaça do futuro, que está ai às portas para nos engolir é o consumo racional, inteligente e precavido da ÁGUA! Vemos no presente, uma cultura do esbanjamento irresponsável do precioso líquido!  Não somente no consumo doméstico, mas, sobretudo nas empresas, que, ainda por cima, despejam, e poluem rios, e pequenos cursos d´agua.

Então, vejo neste artigo, o quão estamos atrasados nas soluções, que estão clamando por definições, desde o passado , e que, se apresentam ainda mais evidentes no presente, e que, já se projetam para um futuro ameaçador, caso nossas negligências continuem com as aparências de que “está tudo bem”!

Urge, que, as providências comecem a surgir com os procedimentos de toda a sociedade, da governança, dos Institutos de pesquisas, das Universidades, das classes políticas, da juventude, dos adultos, pais e mães, famílias, etc... É um dever de todos, essa “preocupação” na busca de amenizarmos o quanto antes, o que, já começou a nos afligir, e que, se projeta num futuro, que quer nos engolir!

 

Jose Alfredo - jornalista

 

 

 

 

 

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