TIC TAC
Tic
tac...
Tic Tac...
Tic Tac...
É o passar do tempo…
Ele passa imutável,
Inexorável ele se vai.
Na quietude dos ponteiros
Um movimento imperceptível!
Mas ele se vai... Tic... Tac...
Lá está ele no calendário,
Estático e impresso, mas ele vai!
Ele nasce com o dia, e se põe à noite!
De sol a sol, de lua a lua, lá se vai o tempo!
Uma semana, cinco meses, quarenta anos...
Períodos, momentos, segmentos de vida...
De um pra outro tac, ele é outro tempo!
Há tempo de plantar, de colher, de amar...
Tempo, que se perde, eu se ganha!
Que, não se vê passar! Que finda...
Tempo de frio, de calor, das frutas...
Das chuvas, das uvas... A vida é em
Essência o tempo desde que, se nasce
Até a morte, que, indica o Norte!
Hoje eu acordei, e pressenti o tempo
Poético para conceber este poema!
E, ocupei meu tempo para rabiscar
Estes versos, em tempo de poetar,
E gastá-lo com minhas amigas poesias,
E, versos para um tempo de amar!
Jose Alfredo
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