quinta-feira, 23 de junho de 2022

 

NA LINHA DO TEMPO

 

Um limite imperceptível é a linha do tempo...

Uma fronteira entre o real, o futuro e o passado!

Linha reta ou tortuosa, curta ou longa é o rabisco

Que deixa à memória e lembranças, nossas lambanças!

 

Bem pra lá dos tempos idos, escondem-se atrás

Da linha do tempo, relances de vida nos limites

Do hoje, e do agora. Daqui a pouco ficam fora

Embora ligue o ontem, e o agora, são convites

 

Às lembranças de uma linha do equador, de um

Mundo com Norte e Sul... Dos meridianos com os

Fusos horários, que dão o tempo intermediário...

Entre os momentos felizes, e os insanos!

 

Linha temporal ou atemporal, numa corda bamba,

Que balança sobre os abismos existenciais... E, outras

Linhas, que, apenas riscam o chão de estrelas, pleno

De felicidades e alegrias, e abraçam-na com empatias!

 

Linhas tênues... Linhas riscadas... Ligam o ontem ao agora.

Projetam o depois ao futuro...  Vai cair o fruto maduro!

No outono com cópias em papel carbono, o passado vem

Como suborno atrás da linha do tempo para o futuro!

 

Fronteira, que delimita o que passou, o que está passando,

E, o que passará...  Tudo no seu devido tempo, antes e

Após a “LINHA DO TEMPO” inexorável e imperceptível!

Destino, que não muda. É imutável e incorrigível!

 

Jose Alfredo

 

 

 

 

 

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