CORRENTE DE ELOS
PERDIDOS
No Longínquo eldorado escondem-se
elos
Perdidos de uma
existência humana e insana!
Uma corrente a procura
de suas ligações,
Nas provações da vida
em cenas históricas
Trazem nas memórias
paralelos momentos
De sofrimentos e
alegrias... Elos perdidos!
Sofridos dias... Lutas
e embates nos combates;
Elos, que, se foram, de
correntes, que não
Ligam, nem prendem nada
a lugar nenhum!
Pedaços de um quebra
cabeças, que não se
Encaixam... Moldura sem
quadro... De um vazio
De nada, que, se perde.
Elos, que, não se ligam!
Lembranças, que, se
apagam e fumegam em
Agoniantes pavios...
Desvarios perdidos!
Aturdidos lembretes
acenam de uma história
Distante de elos
esquecidos... Elos perdidos!
Corrente, que não liga
nada, e perdeu-se no tempo!
Memórias apagadas dos
anais de uma história!
Eldorado saudoso de
ouro valioso encerrado no
Baú da vida; Memórias,
que, não mais se ligam...
De elos perdidos de uma
corrente avariada pelo tempo,
Corroída pela ferrugem
da história isolada num
Baú sem memória, nem
lembranças. Apenas um momento!
Fragmentos de uma corrente
sem elos... Todos perdidos...
Jose Alfredo
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