segunda-feira, 21 de setembro de 2020

 

POEMA PROPAROXÍTONO

 

Lúgubres sensações anacrônicas em

Esporádicos momentos coléricos!

Atávicas heranças extemporâneas

De legados exdrúxulos à cidadania!

 

Âncoras de ideologias bárbaras

Efêmeras tentativas supérfluas

De estereótipos inócuos!

 

Ácaros escondidos no tecido social

Adoecem espaços inóspitos

Como acólitos de corruptos

 

Sina política cujo antídoto

É um cenário democrático

De senso filantropo às razões

Sociais e econômicas!

 

Acróbata no governo Bolsonaro

É um exímio mágico na arte de

Conduzir a nação aos seus píncaros!

 

O Mito é digno de tantas “proparoxítonas”:

“Simpático, público, vítima, rápido,

Dinâmico, acadêmico e lépido”

 

Jose Alfredo

 

 

 

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