RUMOS DA HISTÓRIA
Dependendo de quem a
lê, temos uma história à luz da verdade e outra supostamente narrada, mas,
enganosa, e, manipuladora.
Temos, portanto, dois
rumos dessa história, que se vale da honestidade dos historiadores e ao mesmo
tempo do oportunismo daqueles que se passam pelos verdadeiros “contadores de
causos”, mas, que fazem dos fatos históricos instrumentos ideológicos para
manipular os conhecimentos sobre a importância dos fatos ocorridos.
A história do Brasil,
por exemplo, é por demais manipulada. Há muitas implicações enganosas, que
brotam e são plantadas nas cadeiras escolares. Escondem muito aspectos e
dirigem esse conhecimento segundo óticas ideológicas.
Por outro lado, autores
ilibados e honestos, fazem belos trabalhos de pesquisas, e relatam essa mesma
história com honestidade, e transmitem as verdades como elas aconteceram.
Dessa forma, temos a história
“mal contada e manipulada”, que, escamoteia as verdades sobre o passado do
nosso país, e, a história autêntica e verdadeira, que, esclarecem os fatos
ocorridos para as interpretações da nossa atualidade, que, tem suas correlações
com a história passada!
São dois rumos, que
precisam ser observados de analisados, para que entendamos bem, os significados
do nosso “hoje e do nosso presente”! Conhecer as verdades históricas, sem
manipulação dos dados, é acessar as memórias do passado da nossa pátria e do
seu povo.
Não há presente nem
futuro, sem o passado da história, bem contada e honesta, principalmente para a
autêntica cultura e conhecimento, principalmente da juventude.
Observo, que, uma das
óticas mais importantes, é sobre a “história do Brasil”, que arremete ao
presente e projeta o futuro, segundo o que essa mesma história nos conta e nos
lembra! Mas é da mesma forma importante, os conhecimentos da História mundial. O decurso das duas Guerras Mundiais, A
Revolução Francesa, A queda do muro de Berlim, a Revolução Industrial, A Guerra
fria, A guerra entre a Inglaterra e o nazismo, o Holocausto, A guerra das
Malvinas entre a Inglaterra e a Argentina, os conflitos no Oriente Médio, entre
outros.
É necessário, que, se de
a devida importância às verdades históricas, e não apenas à “História das
carochinhas”, sem valor algum, nem autenticidade cultural. Quem não conhece a
verdadeira história “não tem memória”!
Jose Alfredo -
jornalista
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