segunda-feira, 10 de outubro de 2022

 

CONSÓRCIO MIDIÁTICO

 

A busca frenética e obstinada da mídia formou um consenso nos moldes de um “consórcio” firmado entre os inimigos de Bolsonaro com o objetivo de hostilizá-lo e minar sua resistência e seus planos de campanha para as próximas eleições.

Nesse consórcio, há o esforço em conjunto e planejado que paulatinamente a divulgação sistemática da grande mídia formula e planta conceitos contrários e ofensivos aos planos e critérios do Presidente, a ponto de orar as “mentiras oriundas de fake News” em verdades por  persuasão e convencimento repetitivo nas redes sociais e plataformas como UOL, Globo, Folha, entre outras de maior expressão e com penetração na opinião pública.

Nesse sistema, o valor do serviço (ou desserviço) é diluído em um prazo predeterminado (até as eleições) e todos os integrantes do grupo consorciado contribuem ao longo desse período, na produção e veiculação de toda a sorte de ataques, achaques, e hostilidades ofensivas à moral pessoal e institucional sobre Bolsonaro!

Haja vista, a intromissão indevida à sua família, com difamações imorais, que beiram as raias da imbecilidade consorciada da mídia, interessada na sua derrota e saída da Presidência para dar lugar e vez ao seu candidato (Lula) notadamente de há muito cortejada pelas esquerdas políticas do Brasil.

É notória a intenção não apenas de um consórcio midiático, mas, sobretudo, apoiado por outros consórcios com forças econômicas, empresariais, acadêmicas, intelectuais, religiosas, que dominam e aparelham o Estado brasileiro e impõem à opinião publica um domínio sobre a direção e rumo das tendências e preferências de intenções eleitorais visando as próximas eleições.

Essa técnica é inédita no enfrentamento político antes de uma eleição. Jamais se viu em tempos de eleições, ações como essas, a partir de um conglomerado de instituições, agências, macomunadas com a grande mídia, cujos objetivos são sistêmicos nas hostilidades e ataques, a partir da formação e planejamento de um “consórcio”!

Um “consórcio do mal”, portanto, junta-se num balaio de serpentes, e resolve atacar com todo o seu poder, primeiro no convencimento e persuasão a opinião dos eleitores e depois ostensivamente, o Presidente, com as claras intenções de que o seu candidato seja o vencedor.

E, isso, já se fez notar nos resultados do primeiro turno, com evidentes sintomas de fraudes nas apurações, quando a maioria dos candidatos apoiado por Bolsonaro receberam expressivas votações e foram eleitos, o que não ocorreu com o Presidente!

Houve ainda, prováveis fraudes nas apurações de toda a região Nordeste do país, que antes e durante a campanha, Bolsonaro sempre foi seguido e recebido em grandes manifestações populares!

Realmente “o consórcio do mal” vestiu sua máscara, escondeu-se atrás da hipocrisia, e na maior “cara de pau” está enganando a boa fé do povo!

 

Jose Alfredo

 

 

 

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