A ELEITA
Produto nefasto de um
poder alienígena,
Ela fora guindada à
mandatária suprema
De um grande circo
onde o palhaço é o povo!
“A eleita” como testa
de ferro de um esquema,
De cujo poder, se
encastelou no Estado...
Como polvo gigante
atrelou os sustentáculos
E aprisionou uma
nação sem contestado!
“A eleita” por um
partido travestido
De democracia
alienante e ultrapassado,
Impera no seu
desgoverno, cheia de empáfias...
“A dama de vermelho”
empunha a bandeira,
E comanda sob manto
rubro, a turma da máfia,
E se apossa do erário
público à custa de bandalheira
“A eleita” posa de
soberana rainha,
Escorada pela turma
do sem dedo...
Mais parecendo, do
governo, um arremedo,
Sinaliza impávida à
turma da bainha,
Seu rancor e
revanchismo de rinha!
“A eleita”, entre
escândalos e falcatruas,
Protege-se atrás dos
muros do planalto;
E na cidadela de
muitas vielas e ruas,
Saqueia o grande
circo de sobressalto!
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