segunda-feira, 1 de junho de 2015


A ELEITA

Produto nefasto de um poder alienígena,
Ela fora guindada à mandatária suprema
De um grande circo onde o palhaço é o povo!
“A eleita” como testa de ferro de um esquema,
De cujo poder, se encastelou no Estado...
Como polvo gigante atrelou os sustentáculos
E aprisionou uma nação sem contestado!


“A eleita” por um partido travestido
De democracia alienante e ultrapassado,
Impera no seu desgoverno, cheia de empáfias...
“A dama de vermelho” empunha a bandeira,
E comanda sob manto rubro, a turma da máfia,
E se apossa do erário público à custa de bandalheira

“A eleita” posa de soberana rainha,
Escorada pela turma do sem dedo...
Mais parecendo, do governo, um arremedo,
Sinaliza impávida à turma da bainha,
Seu rancor e revanchismo de rinha!


“A eleita”, entre escândalos e falcatruas,
Protege-se atrás dos muros do planalto;
E na cidadela de muitas vielas e ruas,
Saqueia o grande circo de sobressalto!







Nenhum comentário:

Postar um comentário