OFÍCIO
DA ALMA II
A
memória rebusca momentos
Nos
torvelinhos de ideias abstratas...
A
alma vasculha o pensamento...
O
ofício busca estrofes sensatas!
Ocupa-se
o poeta nas frestas da vida...
Vai
à janela aberta do coração!
Vislumbra
na sua visão
Realidades
do seu ofício: POETAR!
Sua
profissão de fé vai até
O
próximo poema...
Que
lhe trará novo dilema...
Conceber
poesias é o ofício!
O
poeta trabalha dentro do coração,
E,
acalentado pela sua alma
Inspira
no coração o seu ofício:
“POEMAR,
POETAR, VERSAR, INSPIRAR”...
Jose
Alfredo
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