MADRUGADAS
No silêncio do ego
Sem sono... Acordado...
Pensamento carrego
Em lembranças atormentado!
O lamento dos grilos
No açoite do vento...
A memória rebusca
O prazer sonolento...
No travesseiro me
perco
Abraçado às minhas
lamúrias!
A saudade aperta o
cerco!
Só curto minhas
injúrias...
O tique-taque do
relógio
Marca o ritmo do
coração...
Horas que não passam...
Segundos de
sofreguidão!
É na madrugada que
filtro
Impurezas do vivido
dia!
A sinergia comigo
mesmo
Leva-me ao dia de
alegria!
Breve madrugada foi apagada!
Em memória renovada
nos
Desafios de
realidade;
Na vida, uma autenticidade!
Jose Alfredo
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