segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018


ESPERANÇA E JUSTIÇA

Por onde anda a esperança?... Que da vida se lança
Na frenética busca da felicidade e da paz?...
Escondida tu estás atrás do Tabor?... Ou de todo horror?
Ou talvez esteja nas cores do Arco Iris da bonança?
Ante a lambança de tanto mal que grassa
Sempre a esperança que não passa!

De onde vem a esperança?... Do horizonte
Que divide o bem do mal?... Ou da Pia Batismal?
Ela que tarda, mas, não falha... Que venha logo
A separar o joio do trigo na imensidão da plantação,
Que a colheita está próxima...
O joio será arrancado pela raiz!

Não fica pedra sobre pedra dessa matiz!
Temos esperança que o mal sem raiz
Será queimado pela força motriz!

Esperança ainda que tardia, virá em galhardia!
O véu azul do céu se abrirá de cima abaixo!
E as potestades se derramarão sobre a iniquidade!
De toda maldade, esperança alguma ficará...
Somente a bondade subsistirá!


A esperança é a última que morre...
Sua chave está posta à porta da justiça
Que jamais se fecha aos murmúrios do mundo!
A luz alumia anunciando do túnel fundo,
A transfiguração da humanidade!

Jose Alfredo



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