BIC
– A CANETA POETA!
Quando
a celulose aceita todos os rabiscos
A
BIC desliza seus traços de tinta azul,
Quando
as linhas demarcam com letras
Pensamentos
e mutretas das ideias...
Assim
se constata o pensar do poeta;
O
literar em versos e prosas nas prosopopeias
Ávidas
no versejar livre, e, solto no absorto
Do
coração limpo enamorado no eldorado
Das
oportunidades de amor e paixões!
Quando
as vozes poéticas ficam épicas
No
silente rabisco na branca página,
Uma
realidade move-se para a vida;
Letras
caem das folhas, e fecundam
Chão
de estrelas; Ao romance convidam...
Sonhos
acordados despertam namorados!
Poemas
vivos saltam à rotina do bem viver!
Quando
o amor é querer, e poder, laudas
São
como abraços ternos e eternos!
Jose
Alfredo
Nenhum comentário:
Postar um comentário